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O esporte e um dos grandes fenômenos do século, e vem conquistando importância, como espetáculo ou como investimento financeiro, sendo um dos responsáveis pela movimentação de capital, seja na forma de patrocínios, desenvolvimento de material esportivo ou tecnologia de apoio.

O atleta e um formador de opinião, um exemplo que o publico admira, respeita e procura imitar.

Diante de tanta tecnologia, investimento e importância, o atleta e o contexto esportivo no qual esta inserido, tem sido objeto de estudo cientifico e desenvolvimento técnico, envolvendo profissionais de diferentes áreas, que contribuem para que o atleta e/ou equipe, possa(m) ampliar as possibilidades para obter melhor desempenho, e maximizar o aproveitamento da potencialidade de cada um.

O trabalho desenvolvido pelo psicólogo do esporte, vem crescendo em importância no mundo todo. Nas Olimpíadas de Seul (1988) a delegação americana contava com um psicólogo, em Sydney (2000), os Estados Unidos aumentaram a participação dos psicólogos para 100 profissionais; e a Austrália contava com 13 profissionais desta área.

Psicologia aplicada ao esporte, e uma área da psicologia, cujo objeto de estudos e o comportamento no âmbito da atividade esportiva, com o objetivo de maximizar o rendimento e o desenvolvimento pessoal e profissional do atleta, possibilitando melhorias no desempenho em competições e durante a longa jornada de treinos.

A preparação de um atleta e/ou equipe, e composta por fatores físicos, técnicos, táticos e psicológicos, que possuem a mesma importância dentro da preparação global, e devem ser desenvolvidos por profissionais habilitados.

O psicólogo do esporte deve estar inserido no meio esportivo, e no tipo de pressão que sofre o atleta, para poder intervir, de forma adequada.

A pressão pela vitória, trás implícita a ameaça da derrota. O peso da responsabilidade, no momento decisivo de uma competição, pode paralisar um atleta, que não esteja preparado, psicologicamente, para lidar com esta pressão, fazendo com que cometa erros inexplicáveis para o nível de rendimento que vinha obtendo durante os treinos. Este e outros fatores podem ser determinantes para o sucesso ou fracasso. A preparação psicológica faz parte do processo de treinamento, tanto quanto a preparação física, técnica e tática, e deve ser desenvolvida no período de pré-temporada, temporada e pós competição.

O psicólogo precisa conhecer o atleta e/ou equipe com quem trabalha. Saber quais as suas necessidades, motivações para competir, suas limitações e seu potencial. A partir disto, planejar uma estratégia preventiva e de acompanhamento, que reduza os efeitos de fatores que venham a interferir no desempenho e no resultado. Alguns fatores de interferência são: ansiedade, stress, motivação, concentração, lesões prolongadas, desentendimento com o grupo ou técnico, crises pessoais, confiança e tantos outros fatores que estão presente no dia a dia do esporte.

 

Tania Silveira

Psicóloga clínica
CRP 05/09814


Atleta de ciclismo, patrocinada pela UNIMED/PLANETA CORPO/CPT

Pós-graduada em psicologia aplicada ao esporte de alto rendimento

 

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Um campeão se faz com muito treino, garra, dedicação, e um auto-conhecimento que o ajude a lidar com as situações positivas ou negativas que terá que enfrentar ao longo de sua carreira esportiva e sua vida pessoal.
    Não são as vitórias que fazem um campeão, mas sim, saber superar as derrotas, e não desistir.
     Vou finalizar com a “ajuda” de Michael Jordan, que disse: “... Errei mais de nove mil cestas, e perdi trezentos jogos. Em vinte e seis finais de partida, fui encarregado de jogar a bola que venceria o jogo, e... falhei. Eu tenho uma historia repleta de falhas e fracassos em minha vida. E é exatamente por isso que sou um sucesso...”

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